SÃO VICENTE GONZAGUINHA

Rua Amador Bueno
da Ribeira, 68

SANTOS
BOQUEIRÃO

Av. C. Nébias, 754
sl 2414 - Helbor Offices

(13) 3569-5555

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DR. FILIPE ACCIOLY DE GUSMÃO

CRM. 105.245

Especialista em Cirurgia de Catarata e Refrativa

Graduação
Dezembro de 2001 pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos - FCMS.

Residência Médica
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM) – de janeiro de 2002 a janeiro de 2005.

Atividades Médicas
• Especialização em Catarata e Glaucoma (UNIFESP – EPM) de 2005 a 2008.
• Médico Assistente do setor de Catarata (UNIFESP – EPM).
• Sócio-Diretor do Instituto Oftalmológico Accioly de Gusmão. Responsável pelo Setor: Catarata.

Filiação a Sociedades Científicas
• CBO - Conselho Brasileiro de Oftalmologia
• SBG - Sociedade Brasileira de Glaucoma
• SBCCR - Sociedade Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa (BRASCRS)
• AAO - American Academy Ophthalmology
• ASCRS - American Society of Cataract & Refractive Surgery
• ESCRS - European Society of Cataract & Refractive Surgery


DR. CADMO ACCIOLY DE GUSMÃO

CRM. 16.682

Oftalmologia Geral , Glaucoma e Lentes de Contato

Graduação
Santa Casa de São Paulo em 1971

Residência Médica
Santa Casa de São Paulo – de janeiro de 1972 a dezembro de 1973.

Atividades Médicas
• 30 anos como Assistente de Oftalmologia da Santa Casa de São Paulo
• Sócio-Diretor do Instituto Oftalmológico Accioly de Gusmão

Filiação a Sociedades Científicas
• CBO - Conselho Brasileiro de Oftalmologia
• SBG - Sociedade Brasileira de Glaucoma


Dra. Léa Cinthia Formigoni

CRM. 97.265

Oftalmologia Geral

Graduação
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP - EPM) em 1999.

Residência Médica
Universidade Federal de São Paulo – de janeiro de 2000 a janeiro de 2003.

Especialidade
• Especialização em Glaucoma - Universidade Federal de São Paulo de 2003 a 2005.

Filiação a Sociedades Científicas
• CBO - Conselho Brasileiro de Oftalmologia


Dra. Margara Zanotele Hemerly

CRM. 97.277

Retina e Vitreo

Graduação
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP - EPM) em 1999.

Residência Médica
Universidade Federal de São Paulo – de 2000 a 2002.

Especialidade
• Especialização em Retina e Vitreo - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP - EPM): 2003 a 2004.

Formação complementar
• Fellow em Retina e Vítreo - 2005 - Centre Monticelli Paradis D'Ophtalmologie - Marselha, França.

Atividades Médicas
• Médica assistente do Setor de RETINA do Hospital do Servidor Estadual de São Paulo.
• Médica responsável pelo setor de Retina da Unidade de Santos do Instituto Oftalmologico Accioly de Gusmão.

Filiação a Sociedades Científicas
• CBO - Conselho Brasileiro de Oftalmologia
• SBRV – Sociedade Brasileira de Retina e Vitreo
• EuRetina - European Society of Retina Specialists


Dra. Bruna Andrade e Nascimento

CRM. 128.889

Retina e Vitreo

Graduação
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM) em 2007

Residência Médica
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM) – de fevereiro de 2008 a janeiro de 2010.

Especialidade
• Retina e Vítreo e Ultrassonografia Ocular.

Atividades Médicas
• Especialização em Retina e Vitreo – UNIFESP-EPM de fevereiro de 2011 a janeiro de 2014.
• Especialização em Ultrassonografia ocular – UNIFESP-EPM em 2012.
• Médica responsável pelo setor de Retina da Unidade de São Vicente do Instituto Oftalmologico Accioly de Gusmão.

Filiação a Sociedades Científicas
• CBO - Conselho Brasileiro de Oftalmologia
• EuRetina - European Society of Retina Specialists


Dra. Adriana Rainha Mascia

CRM. 139.025

Cirurgia Refrativa, Catarata e Córnea

Graduação
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM) em 2009.

Residência Médica
Universidade Federal de São Paulo – de janeiro de 2010 a janeiro de 2013.

Especialidade
• Cirurgia de Catarata e Refrativa - Universidade Federal de São Paulo (Escola Paulista de Medicina): 2013 a 2014.

Atividades Médicas
• Médica assistente do Setor de Refrativa UNIFESP-EPM
• Médica assistente do Setor de Catarata da Santa Casa de Santos.
• Médica responsável pelo setor de cirurgia Refrativa do Instituto Oftalmologico Accioly de Gusmão.

Filiação a Sociedades Científicas
• CBO - Conselho Brasileiro de Oftalmologia
• SBCCR - Sociedade Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa.


DR. LUÍS GUILHERME MILESI PIMENTEL

CRM. 139.093

Glaucoma

Graduação
Universidade –Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM) em 2009.

Residência Médica
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM) – 2010 e 2012.

Especialidade
• Especialização em Glaucoma - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM): 2013 e 2014.

Atividades Médicas
• Médico Assistente do Setor de Glaucoma da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM).
• Médico responsável pelo setor de Glaucoma do Instituto Oftalmológico Accioly de Gusmão.

Filiação a Sociedades Científicas
• CBO - Conselho Brasileiro de Oftalmologia
• SBG – Sociedade Brasileira de Glaucoma








EXAMES

• Angiofluoresceinografia
• Campimetria Computadorizada (Campo Visual)
• Curva Tensional Diária
• Biometria Óptica
• Gonioscopia
• Mapeamento da Retina
• Microscopia Especular de Córnea
• Paquimetria Ultra-sônica
• Potencial de Acuidade Visual (PAM)
• Retinografia
• Teste de Sensibilidade/Contraste
• Tonometria
• Ultrassom Ocular
• Topografia de Córnea
• Tomografia de Coerência Óptica (OCT)

* Exames realizados na própria Clínica.

CIRURGIAS

• Cirurgia Plástica Ocular
• Cirurgia Refrativa (Miopia, Hipermetropia e Astigmatismo)
• Cirurgia de Presbiopia
• Cirurgia de Catarata
• Cirurgia de Glaucoma
• Correção de Estrabismo
• Cirurgia de Pterígeo
• Transplante de Córnea
• Cirurgias de Retina (Vitrectomias)
• Tratamento com Injeções IntraOculares (Retina)

* Cirurgias realizadas no Centro Cirúrgico da própria Clínica.












• ABET/PLAMTEL
• AMAFRESP
• AFESP
• AMBEP
• Associação Comercial de São Vicente
• Bradesco Seguros S/A
• CAPEP
• CABESP
• Caixa de Previdência de Cubatão
• Caixa de Previdência de São Vicente
• Care Plus *
• Cassi *
Novo - CRECISP
• Fundação Cesp
• Ecônomus (Ex-funcionários Nossa Caixa Nosso Banco)
• Postal Saúde (Funcionários Correios)

* Convênios atendidos sob livre escolha.

• Sabesprev
• USISAÚDE
• Gama Saúde
• Golden Cross *
• Novo - Itaú Saúde
• Lincx *
• Marítima *
• Notre Dame Saúde
• Omint *
• Petrobras
• Porto Seguro Saúde
• Santa Casa
• Saúde Caixa (Caixa Econômica Federal)
• Sul América *
• Unimed
• Unibanco *
• OSAN







Você pode piscar até 5 vezes por segundo!

Você sabia?

29/05/2017

Por que piscamos?

Um adulto normal fecha os olhos 24 vezes por minuto, para umidificá-los e limpá-los. As pálpebras funcionam como se fossem limpadores de pára-brisa. Uma piscada dura apenas alguns décimos de segundo, e esse tempo bem como a freqüência das piscadas variam de acordo com o estado geral e com o humor de cada pessoa. Com muito cansaço, por exemplo, pisca-se cerca de quarenta vezes por minuto. Estudos recentes indicam, por análise de eletroencefalogramas, que o cérebro “desliga” o olho cerca de 50 milésimos de segundo antes de cada piscada. Isso seria uma forma de economizar o olho, pois este, durante a piscada, não seria mesmo capaz de passar nenhuma informação visual ao cérebro. Somando-se o tempo de “desligamento” do olho relativo a uma freqüência de 24 piscadas por minuto, chega-se ao total de 1,2 segundo de cegueira por minuto, o que corresponde, numa vida de 70 anos, a aproximadamente 21 dias sem enxergar.

Um milionésimo de litro de lágrimas por minuto

Piscar preserva e protege os olhos. Na verdade, há três tipos de piscadelas. O piscar reflexo é uma reação de proteção, causada por qualquer estímulo, desde um barulho alto e repentino ou uma batida de leve na testa até uma inesperada bola vindo na sua direção. Existe também a piscadela voluntária, que dura mais do que o piscar reflexo e é usada conscientemente para retirar um cisco, partículas de pó ou grãozinhos de pólen que tenham caído na córnea. Além desses, há o piscar espontâneo, que possui seu próprio ciclo interno. É o tipo mais comum. Para manter a córnea limpa, o piscar espontâneo lava, espalha e mistura sobre a parte externa do globo ocular o líquido lacrimal – uma película complexa constituída de óleos (que agem como lubrificantes para o deslizamento das pálpebras), glicoproteínas ( que agem como agentes umectantes), sais e enzimas bactericidas.
O piscar dos olhos funciona como força propulsora para extrair, por sucção, líquido lacrimal novo das glândulas lacrimais (líquido este continuamente secretado à razão aproximada de 1 milionésimo de litro lacrimal “usado” nos canais lacrimais e na cavidade nasal. As lágrimas escoam pela garganta mesmo quando os corpo está de cabeça para baixo. A pálpebra superior desempenha a função de uma espécie de limpador de pára-brisa em miniatura, que desliza sobre a córnea exposta e empurra quaisquer fragmentos para a área junto à margem da pálpebra inferior, de onde serão retirados.
Os seres humano piscam, em média, cerca de 24 vezes por minuto (os cachorros e os gatos, em comparação, piscam cerca de duas vezes por minuto). A freqüência com que piscamos varia de acordo com o estado de espírito, Quando ficamos entediados ou cansados, piscamos muito mais. Ao dirigir um carro, por exemplo, a princípio piscamos em média quinze vezes por minuto. A duração de cada piscadela pode durar apenas 200 milésimos (ou 2 décimos) de segundo. Uma hora mais tarde, dirigindo por um longo trecho de estrada, passamos a piscar com uma freqüência maior, cerca de quarenta vezes por minuto, e a duração das piscadelas pode durar cerca de três vezes mais do que no início da viagem.

 Da infância aos 20 anos freqüência vai aumentando

Os seres humanos piscam com mais freqüência quando estão irritados ou quando falam com estranhos ou ainda com seus superiores do que quando estão simplesmente conversando com amigos. A piscadela acontece durante a mudança de um olhar e em geral dá início a um movimento do olho. A leitura faz diminuir de forma significativa o número de piscadas (se bem que muitas vezes pisquemos ao chegar ao final de uma sentença). Quanto mais difícil o texto, menor será o número de piscadas. Quando tentamos conscientemente não piscar por alguns minutos (o limite geralmente é 4), logo em seguida piscamos com uma freqüência ainda maior, para compensar a perda – fenômeno conhecido como efeito rebote.
Torna-se ainda mais evidente que o piscar dos olhos reflete a função do cérebro quando se observa o amadurecimento desse reflexo nas crianças. Bebês de colo, com até 2 meses de idade, piscam pouco menos do que uma vez por minuto; entre os 5 e os 10 anos de idade, as crianças piscam à razão de seis vezes por minuto. A média acelera depois dessa idade, atingindo seu pico – 24 vezes por minuto – quando a pessoa chega aos 20 anos. Essa freqüência permanece até a velhice. No passado, os pesquisadores supunham que a pálpebra superior, como o obturador de uma máquina fotográfica, fosse o elemento fundamental do mecanismo do ato de piscar. Não é. De fato, tanto os movimentos da pálpebra inferior participam do piscar dos olhos dos seres humanos e formam um padrão complexo e interessante.
É obvio que, enquanto as pálpebras estão cobrindo os olhos, não conseguimos enxergar. O que não é óbvio, porém, é que, já 50 milésimos de segundo antes de as pálpebras saírem do lugar, o sistema visual do cérebro suspende seu funcionamento. Por quê? Supostamente, ao mesmo tempo que o cérebro dispara um sinal para os músculos das pálpebras, também envia um sinal para a região visual do cérebro que faz desligar-se. Na prática, está dizendo: “Você não receberá nenhuma informação pelos próximos 4 décimos de segundo aproximadamente. Não se dê o trabalho de processar nada “.


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